Quando os níveis de leucócitos estão baixos

Conhecidos por glóbulos brancos, os leucócitos são as células que defendem o organismo de infeções, doenças, alergias ou constipações

São os responsáveis pela defesa do organismo, mas nem sempre estão em quantidade suficiente. Conheça as consequências que pode ter se apresentar níveis baixos de leucócitos.

  • PorCarlos Eugénio AugustoJornalista 

  • ColaboraçãoDr. João Pedro PatrocínioMédico interno de Medicina Geral e Familiar

Também conhecidos por glóbulos brancos, os leucócitos são as células que defendem o organismo de infeções, doenças, alergias ou constipações. Por isso, quando o seu valor não corresponde ao de referência (4 000 a 10.000 leucócitos/µL – lê-se “por cada microlitro de sangue”), pode significar que as defesas estão em baixo. Logo, há mais probabilidade de adoecer. A razão para tal acontecer pode dever-se a vários fatores. João Pedro Patrocínio, médico interno de medicina geral e familiar, explica à Revista Prevenir o que são, qual o seu papel, que análises devem ser feitas quando se pretende medir os seus níveis e o significado de quando os seus valores não estão dentro dos referenciados.

Tipo de análise

Os leucócitos dividem-se em subtipos, com funções diferentes e especializadas na defesa do nosso organismo: os neutrófilos (os mais comuns), os linfócitos, os eosinófilos, os basófilos e os monócitos.


Quando se pretende analisar os seus níveis no sangue, recorre-se a um leucograma. É através dele que se consegue fazer a contagem total destes glóbulos em circulação na corrente sanguínea, e perceber se eventualmente existe algum problema no organismo.

Significado dos valores dos leucócitos

O valor de referência dos leucócitos no organismo situa-se entre os 4 000 e os 10.000 leucócitos/µL. Quando o leucograma apresenta níveis inferiores a estes, pode significar uma redução de defesas. Desta forma, o organismo fica mais susceptível, ficando mais vulnerável.

«Uma diminuição do valor pode dever-se à falência da medula óssea (certas infeções, tumores), efeitos secundários de alguns fármacos, doenças do colagénio (como o lúpus), do fígado ou do baço», revela o médico João Pedro Patrocínio. Quando tal acontece, o seu médico auxiliá-lo-á, indicando qual o melhor tratamento para o seu caso.

Última revisão: Janeiro 2018

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