Será psoríase?

psoríase: sintomas e tratamento

Quando afeta o couro cabeludo, a psoríase pode confundir-se com caspa. O aparecimento de manchas vermelhas a descamar noutras zonas do corpo alerta para o problema.

A psoríase é uma doença crónica de pele comum que se apresenta sob a forma de manchas avermelhadas e descamativas e não é uma doença contagiosa. Resulta de uma resposta inadequada do sistema imunitário individual ao seu próprio corpo e pode surgir em qualquer idade. Provém de um distúrbio do sistema imunológico e tem uma componente hereditária, sendo considerada uma doença inflamatória global com repercussão geral noutros sistemas. Mais de 250 mil portugueses sofrem desta doença de pele sem cura e 10 a 15 por cento dos doentes desenvolvem artrite psoriática, uma inflamação das articulações que provoca inchaço e dor, tornando-se fisicamente debilitante.

Sintomas da psoríase

  • Pequenas manchas vermelhas na pele cobertas por escamas prateadas;
  • Comichão, ardor ou dor;
  • Pele seca e gretada que pode sangrar.

Nas crianças, os primeiros sinais de psoríase surgem na região da fralda, assemelhando-se a assaduras. Podem alastrar-se depois para outras zonas.

No couro cabeludo, a psoríase manifesta-se através de escamas brancas espessas que ficam agarradas ao couro cabeludo, assemelhando-se à caspa.


Zonas do corpo mais afetadas pela psoríase

  • Joelhos
  • Cotovelos
  • Costas
  • Unhas
  • Axilas
  • Couro cabeludo
  • Nádegas
  • Sobrancelhas
  • Umbigo

Fatores de risco…

… que podem desencadear ou agravar a doença:

  • Beber álcool;
  • Doenças infeciosas;
  • Stresse;
  • Climas frios;
  • Medicamentos;
  • Problemas psicológicos;
  • Obesidade;
  • Fumar.

Tratamento

Manter a pele hidratada, usar protetor solar, evitar coçar ou tocar agressivamente nas lesões cutâneas e evitar tomar banho com água demasiado quente são alguns dos cuidados a ter. Se a psoríase for localizada, trata-se através da aplicação tópica de cremes e pomadas com corticoides e derivados de vitamina D e utilização de champôs com moléculas anti-inflamatórias que ajudam na descamação. Em casos mais graves e extensos, é aconselhada terapêutica medicamentosa mais ou menos complexa. Mas é essencial consultar o dermatologista para que este faça um diagnóstico exato e encontre o tratamento adequado para si.

Última revisão: Dezembro 2016

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