Fátima Cardoso: «Ninguém quer ouvir uma história triste»

Grande entrevista a Fátima Cardoso: «Ninguém quer ouvir uma história triste»

«Os doentes com cancro da mama avançado sentem-se sozinhos», afirma Fátima Cardoso, diretora da Unidade de Mama do Centro Clínico Champalimaud e presidente da ABC Global Alliance. Uma entrevista que todos devem ler.

  • PorBárbara BettencourtJornalista
  • FotografiaArtur

Fala-se muito de cancro da mama. O foco das campanhas de sensibilização é o diagnóstico precoce, graças ao qual 70 por cento das mulheres sobrevive à doença. Fora da história ficam os outros 30 por cento, mulheres que vão sofrer uma recaída e ver o cancro progredir. A média de sobrevivência nestes casos é de três anos. O número assusta tanto que quase ninguém quer olhar para ele ou para as mulheres (e homens) por trás dele e que até há pouco tempo permaneciam esquecidos. Fátima Cardoso decidiu que não podia mais ser assim e reuniu recursos para organizar a Conferência ABC (Advanced Breast Cancer) que, desde 2011, reúne em Lisboa peritos e doentes de todo o mundo, de dois em dois anos, para debater os problemas de quem tem esta doença incurável. Hoje, é desta conferência que saem as guidelines para o tratamento da doença e foi a partir dela que se criou a ABC Global Alliance – Aliança Global para o Cancro da Mama Avançado que luta por mais investigação, qualidade de vida e direitos, trazendo à luz os problemas e as histórias inspiradoras de muitos destes doentes.

Grande entrevista a Fátima Cardoso, oncologista médica

O que é um cancro da mama avançado?

De forma simples, é um cancro que já se espalhou para outras áreas do corpo. Existe o cancro da mama precoce ou localizado, que é diagnosticado cedo e está circunscrito apenas à área da mama até à axila, e o avançado, que já migrou para os ossos, fígado, pulmão, gânglios linfáticos ou cérebro. A taxa de cura do cancro precoce ou localizado está nos 70 por cento. O cancro da mama avançado ou metastizado é tratável, mas incurável. Cerca de um terço de todos os cancros da mama, mesmo detetados precocemente, vai tornar-se avançado, mesmo com melhores cuidados de saúde. Em Portugal, cerca de 10 a 15 por cento dos cancros de mama são detetados já em estádios avançados. É uma percentagem baixa, em grande parte devido aos programas de rastreio precoce. Nos países em vias de desenvolvimento, chega a 60 a 80 por cento, sendo a taxa de mortalidade por cancro da mama muitíssimo alta.

Cerca de um terço de todos os cancros da mama, mesmo detetados precocemente, vai tornar-se avançado, mesmo com melhores cuidados de saúde

Há fatores de risco para o cancro avançado? É possível preveni-lo?

O que faz maior diferença são os programas de rastreio e a educação para ir ao médico aos primeiros sintomas, porque aumentam o diagnóstico precoce que diminui o risco de recidiva. Fazer os tratamentos de acordo com o que é recomendado também é importante. Alguns não são fáceis de suportar, como a hormonoterapia que se faz durante cinco a dez anos e que, por vezes, os doentes – se não lhes for bem explicado porque precisam de os fazer – acabam por abandonar porque se sentem bem, e isso aumenta o risco de o cancro regressar. Em termos de fatores de risco, quem fuma também tem maior taxa de recidiva. Pelo contrário, ter uma vida saudável e fazer exercício físico tem sido associado a menos recidiva, assim como corrigir os níveis de vitamina D. “Prevenção” não é a expressão certa no cancro da mama, mas, sim, “diminuição do risco”.

Qual é a diferença?

Só conseguimos prevenir 35 a 40 por cento da generalidade dos cancros. Há pessoas sem fatores de risco que desenvolvem cancro e outras que têm muitos fatores de risco e não o desenvolvem. A melhor arma é o diagnóstico precoce. Podemos prevenir cancros associados a infeções, como o do colo do útero, associado a infeção por HPV, ou os associados ao tabaco, como o do pulmão, faringe, laringe, etc. No cancro da mama, não falamos em prevenção, mas em diminuir o risco, porque não há forma de prevenir. Por exemplo, sabemos que a incidência de cancro da mama é maior em mulheres que fumam, particularmente em idades jovens porque é uma altura em que o tecido mamário ainda não está totalmente desenvolvido, o que só ocorre após uma gravidez. Mas há mulheres que fumam e não têm cancro e outras não fumam e têm, por isso não fumar não previne o cancro por si só, mas diminui o risco. Outros fatores de risco não são evitáveis sequer, como o fato de ser mulher, ir envelhecendo ou ter a menstruação muito cedo e a menopausa muito tarde.

A taxa de cura do cancro precoce ou localizado está nos 70 por cento. O cancro da mama avançado ou metastizado é tratável, mas incurável

Qual o tempo médio de sobrevivência em caso de cancro da mama avançado?

Três anos, 50 por cento das pessoas vive mais e 50 por cento vive menos. O tempo de vida está ligado essencialmente ao subtipo de cancro. As pessoas que vivem habitualmente menos são as que têm cancro triplo negativo e as que vivem mais, podendo chegar a dez anos, são as que têm cancro HER2 positivo, porque temos medicamentos muito eficazes. Os casos de cancro hormonodependentes são mais heterogéneos. A percentagem de doentes vivos passados cinco anos do diagnóstico passou de 23 para 25 por cento, em dez anos. Uma melhoria de apenas 2 por cento.

Porque é assim?

Tem a ver com a complexidade do cancro avançado e o facto de se tornar rapidamente resistente a todo o tipo de medicação, tornando qualquer tratamento eficaz apenas por tempo limitado. O tratamento do cancro HER2 positivo é o que tem mostrado maior evolução na investigação. Descobriu-se uma via determinante no seu crescimento e desenvolveram-se medicamentos que podem ser usados em sequência, bloqueiam essa via e proporcionam vantagens em tempo de vida. Para o cancro hormonodependente e para o cancro triplo negativo, ainda não encontrámos nada que tenha um verdadeiro impacto na sobrevida. Os tratamentos atuais só conseguem atrasar a progressão da doença.

Fátima Cardoso: «Temos muito poucos tratamentos que melhorem a duração de vida»

Atrasar a progressão não prolonga sempre o tempo de vida?

Chamamos “sobrevida sem progressão” ao tempo em que o tumor não aumenta de tamanho por estar controlado pela medicação. Isto, às vezes, tem relevância no tempo de vida; outras vezes, não. Se o tumor der sintomas e o diminuirmos, isso pode ter impacto na qualidade de vida, mas há tumores que progridem sem dar sintomas. A maior parte dos tratamentos consegue bons resultados neste tempo sem progressão. Mas, infelizmente, a duração da vida pode não ser alterada, porque, como o tumor se adapta e regressa, acontece, por vezes, que ele “recupera” o tempo perdido, a progressão final é mais rápida e o tempo de sobrevida acaba por ser o mesmo. Temos muito poucos tratamentos que melhorem a duração de vida. Essa é a razão para a média de tempo de sobrevivência se manter nos três anos.

«A Global Alliance desenvolveu uma carta com dez objetivos realistas para os próximos dez anos. Um deles é tentar duplicar a sobrevida média, fazendo-a chegar a seis anos em vez dos três atuais»

É expectável que, nas próximas duas décadas, possa ser descoberta uma cura para o cancro da mama?

Não acho que tão cedo possa haver uma cura para qualquer um dos três grandes tipos de cancro da mama, porque, ao contrário de uma infeção, o cancro é uma doença que ocorre com células nossas que perdem a capacidade de morrer e ganham capacidade de se dividir sem parar, acabando por invadir as células normais. Como são nossas, todos os tratamentos que afetam as malignas afetam também as normais dado que as células são muito semelhantes. Quanto mais dirigido for o tratamento, sobretudo se se puder dirigir a uma característica que só existe nas células malignas, maior a eficácia e menos efeitos secundários. É o caso do cancro HER2 que só existe praticamente nas células malignas. O único outro órgão que tem recetores HER2 é o coração e, por isso, os tratamentos anti-HER2 podem ter alguns efeitos cardíacos (reversíveis), mas não afetam os outros órgãos, sendo bastante eficazes. Podemos esperar caracterizar cada vez melhor as diferenças entre células malignas e normais e desenvolver medicamentos que só atinjam as malignas. A Global Alliance desenvolveu uma carta com dez objetivos realistas para os próximos dez anos. Um deles é tentar duplicar a sobrevida média, fazendo-a chegar a seis anos em vez dos três atuais. Temos esperança que medicamentos novos como os inibidores das ciclinas venham a permitir um aumento da sobrevida no cancro hormonodependente, que é o mais frequente. Se esse subtipo viver um pouco mais, juntamente com o HER2, que também já vive mais anos, talvez se consiga essa duplicação.

Quais são os tratamento mais inovadores?

No caso dos cancros hormonodependentes temos os inibidores das ciclinas, que se podem associar à hormonoterapia para prolongar a sua eficácia. Provavelmente, este ano vamos ter a aprovação de uma nova classe de medicamentos orais (os inibidores da PARP) para o cancro triplo negativo e alguns hormonodependentes quando associados aos genes BRCA (o cancro da mama hereditário) que têm mostrado ser tão eficazes como a quimioterapia, mas mais bem tolerados. A radioterapia tem evoluído muito. Existe a radioterapia de uma única sessão, numa dose maior que, por vezes, pode destruir metástases mais pequenas.

Há casos de reversão de cancro da mama avançado?

Infelizmente, não. Existe a chamada “remissão completa”: durante um tempo, a doença não é visível nos exames. É uma das situações que mais queremos porque as pessoas vivem mais tempo. A doença permanece, mas em níveis tão baixos que os aparelhos atuais não a detetam.

Fátima Cardoso: «O pior que podemos fazer é não ser honestos e deixar a pessoa pensar que o objetivo é a cura»

Quais são os principais desafios para médicos e doentes após o diagnóstico?

O principal é o facto de ser uma doença incurável e ser difícil passar essa informação para o doente e família de forma humana, mas sem mentir. O pior que podemos fazer é não ser honestos e deixar a pessoa pensar que o objetivo é a cura. É uma conversa muito difícil, mas, se o doente se puder ir adaptando à realidade, é melhor. Outra dificuldade é o facto de ser uma doença com muitos altos e baixos, tanto na evolução clínica como emocionalmente. A pessoa pode responder muito bem ao tratamento, mas de repente a doença progride e temos de o mudar. É uma montanha-russa, difícil de gerir para doentes e médicos, pois nunca se sabe quando se tem de dar más notícias.

Há programas de apoio a pensar nessas dificuldades?

Ainda é uma área com pouco apoio em Portugal. Precisamos de recursos específicos, tanto de informação como psicológicos, para os doentes de cancro avançado, porque os seus problemas são diferentes dos das pessoas com cancro precoce. Há muitos estudos a mostrar que se sentem abandonados por todos: pelos media, porque estas histórias não têm um final feliz; pelos investigadores e médicos, porque quase toda a gente prefere focar-se no cancro precoce; e pelos próprios grupos de apoio que têm tendência para se esquecerem destes doentes. Nos estudos, os doentes diziam “estamos perdidos no meio de tanto cor-de-rosa”. Acho que já conseguimos mudar um pouco este cenário.

Que especificidades requerem os grupos de apoio para o cancro avançado?

A maioria dos grupos de apoio é peer to peer, ou seja, alguém que passou pela experiência ajuda as outras pessoas a lidar com o problema. Tentou replicar-se este modelo no cancro avançado, mas as pessoas começaram a ficar mais deprimidas porque cada vez que se reuniam havia menos gente presente…. Outros tentaram não separar as doentes precoces das metastáticas, mas as primeiras têm dificuldade em olhar para as segundas… Ainda assim, hoje, é mais fácil alguém levantar- -se e dizer “eu tenho cancro avançado” e falar da sua experiência. Estas pessoas têm muitas vezes experiências maravilhosas para partilhar.

«Às vezes, o obstáculo à flexibilidade laboral não é o empregador, são os colegas que acham que vão ficar sobrecarregados. A essas pessoas lembro que se, neste momento, um em cada três portugueses vai ter cancro, daqui a 15 anos será um em cada dois – pensem no que gostariam que os colegas fizessem se fossem um desses casos.»

Pessoas com cancro da mama avançado devem continuar a trabalhar?

É muito importante manterem a atividade profissional. Por um lado, porque se sentem úteis e mantêm uma vida para além da doença. Por outro lado, é relevante financeiramente – uma pessoa de baixa não ganha o mesmo. A lei portuguesa permite a flexibilidade laboral, mas diz que fica ao critério do empregador, o que significa que, muitas vezes, não existe. E quem dá o pior exemplo é o Estado. As professoras com cancro da mama avançado, por exemplo, ou trabalham a tempo inteiro ou ficam em casa de baixa. É raro darem-lhes a possibilidade de trabalharem a 50 por cento. Levámos esta questão à Assembleia da República em dezembro, prometeram criar um grupo de trabalho. Estamos a aguardar. Às vezes, o obstáculo à flexibilidade laboral não é o empregador, são os colegas que acham que vão ficar sobrecarregados. A essas pessoas lembro que se, neste momento, um em cada três portugueses vai ter cancro, daqui a 15 anos será um em cada dois – pensem no que gostariam que os colegas fizessem se fossem um desses casos.

Além de continuarem a trabalhar e terem apoios, que mais pode fazer a diferença na qualidade de vida destes doentes?

Os doentes devem ser ativos e implicados nas decisões relativas ao seu tratamento, mas não o podem fazer se não tiverem informação, se não souberem quais são as fontes fidedignas dessa informação e se não conseguirem comunicar com o médico. Os portugueses ainda têm muita tendência para “o doutor decida por mim, faço o que me disser”. Se perceberem que há dois tratamentos cuja eficácia é a mesma, mas têm diferentes efeitos secundários, podem escolher aquele com os efeitos secundários que os afetem menos.

«Se tudo o que sabemos neste momento sobre o cancro da mama fosse aplicado a todos os doentes, iríamos melhorar a sobrevida dessas pessoa», indica Fátima Cardoso

Os protocolos de tratamentos permitem isso?

Nenhum serviço deve ter protocolos rígidos, sobretudo para o cancro avançado. Devem seguir-se as recomendações, mas as guidelines do ABC são suficientemente flexíveis para permitirem várias escolhas. Nos tratamentos de primeira linha, há várias opções com a mesma eficácia, mas toxicidades diferentes. Então, há que explicar ao doente que “esta opção tem como efeito a perda de cabelo, esta não”, que “esta dá perda de sensibilidade nas mãos e nos pés, esta não”. Um músico ou um cirurgião podem preferir perder o cabelo a perder a sensibilidade nas mãos. Um apresentador pode preferir manter o cabelo.

O doente deve estar a par das guidelines e questionar o médico sobre elas?

Com certeza. O grande problema é que muitos doentes ainda são tratados fora das guidelines. Daí a importância da sua divulgação junto de médicos e pacientes. É preciso mais investigação, mas também temos a certeza de que se tudo o que sabemos neste momento sobre o cancro da mama fosse aplicado a todos os doentes, iríamos melhorar a sobrevida dessas pessoas.

Fátima Cardoso: «As pessoas gostam sempre de finais felizes»

Até 2011, não existia nenhuma organização ou evento dedicado ao cancro da mama avançado. Foi por sua iniciativa que surgiu a Conferência ABC e depois a Global Alliance. Por que decidiu dedicar-se a esta doença?

Entre 2003 e 2006, saíram os dois primeiros artigos, sob forma de questionários, a mulheres com cancro de mama avançado em vários países do mundo. Foram dois artigos que me marcaram para sempre. As respostas mostraram que elas se sentiam sozinhas, isoladas, não conseguindo falar com ninguém, nem mesmo, às vezes, com a família e amigos, porque ninguém quer ouvir uma história triste. As pessoas gostam sempre de finais felizes. Então, tinham vergonha de falar e sentiam-se culpadas, porque toda a gente dizia que seguindo o tratamento e tendo um estilo de vida saudável tudo correria bem. Por isso achavam que a recaída devia ser culpa delas. Quando encaro um problema, não gosto de dizer “ai, que pena’,” mas sim “temos de mudar isto”. E comecei a organizar-me para mudar o que se passava. Foi bastante difícil inicialmente, porque mesmo as organizações mais importantes não queriam ocupar-se deste grupo de doentes. Quem me ajudou foi a Escola Europeia de Oncologia.

O que é prioritário agora?

Além da investigação, é preciso melhorar o acesso aos tratamentos em muitos pontos do mundo e dentro de cada país, em diferentes zonas. Não só o acesso como a qualidade dos cuidados variam, sendo que a possibilidade de ser tratado por pessoas especializadas ou de ter acesso a equipas multidisciplinares vai influenciar a sobrevida dos doentes. O Parlamento Europeu está a agora a rever a legislação do trabalho e vamos tentar mostrar-lhes o impacto económico da incapacidade de os doentes oncológicos voltarem ao trabalho. É importante continuar a desenvolver recursos de informação traduzidos em todas as línguas, algo fundamental para os países em vias de desenvolvimento onde a incidência do cancro avançado está a aumentar. Podemos dar-lhes os recursos que temos para não terem de começar do zero.


Subtipos de cancro da mama e tratamentos

Os subtipos de cancro da mama são definidos «em função do tipo de células que determinam o seu desenvolvimento», explica Fátima Cardoso, oncologista médica, à Revista Prevenir. Segundo a especialista, os tratamentos atuais para os combater «são essencialmente tratamentos sistémicos que circulam por todo o organismo».

  • Cancro da mama hormonodependente
    Também denominado cancro da mama de recetores hormonais positivos, «corresponde a 60 a 70 por cento dos casos. O seu crescimento é estimulado pela presença de hormonas, nomeadamente femininas. Para tratar este subtipo de cancro, existe a hormonoterapia: anti-hormonas que se dirigem aos tais recetores hormonais para os bloquear», indica Fátima Cardoso.
  • Cancro da mama HER2 positivo
    «Este subtipo corresponde a 15 a 20 por cento dos casos. Os HER2 são recetores que existem nas células tumorais para os quais existem tratamentos dirigidos. Tratam-se dos tratamentos anti-HER2 que atuam como mísseis sofisticados que apenas atingem as células tumorais», indica Fátima Cardoso.
  • Cancro da mama triplo negativo
    «Não tem nenhum dos outros recetores. Corresponde a 15 por cento dos casos e é o mais agressivo (cresce mais rapidamente e, por vezes, escapa ao rastreio porque surge entre exames). Não há para este subtipo um tratamento dirigido. Como ainda não identificámos quais são os recetores que determinam o seu crescimento, o único tratamento que podemos utilizar é a quimioterapia, que é uma espécie de bomba que mata os “bons” e os “maus”», explica Fátima Cardoso.

Estádios do cancro da mama

Medem a quantidade de doença presente e definem a gravidade do cancro, como explica Fátima Cardoso.

  • Estádio 1
    O cancro está localizado apenas na mama.
  • Estádio 2 e 3
    O cancro está localizado na mama e nos gânglios debaixo do braço.
  • Estádio 4
    O cancro é metastático ou avançado. Já se espalh
Última revisão: Outubro 2018

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