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Como escolher um seguro de saúde

Como escolher um seguro de saúde

Não basta comparar preços e comparticipações. Ao escolher um seguro de saúde é preciso ter em conta os limites de idade, as coberturas incluídas e as despesas que não estão contempladas.

  • PorDECO PROTESTE

O número de portugueses com seguro de saúde tem vindo a aumentar nos últimos anos. Em parte, porque muitas empresas subscrevem um seguro de saúde como uma regalia para os seus colaboradores. Mas há também cada vez mais pessoas a procurar a título pessoal um complemento ao sistema de saúde público, visando beneficiar de melhores condições de assistência.

A maioria das seguradoras não aceita novas adesões a quem tem mais de 60 anos nem renova o seguro a partir dos 65 ou 70 anos

A oferta tem vindo a acompanhar a procura. É vasta, mas existem muitas especificidades que não deve ignorar. É que não basta pagar pouco a cada mês. O melhor seguro de saúde para si é aquele que não o exclui apesar da idade ou do historial clínico, oferece cobertura para o que precisa e com o menor período de carência. Tome nota dos principais aspetos que deve ter em conta antes de contratar um seguro de saúde para si e para a sua família.

Lembre-se da duração do contrato

Todos os seguros de saúde têm uma duração anual. Tenha em conta que no final de cada anuidade a seguradora pode recusar-se a renovar-lhe a apólice. Segurados com tratamentos a decorrer ou que já tenham ultrapassado a barreira dos 60 ficam desprotegidos. Nestas situações, subscrever um novo seguro de saúde poderá revelar-se impossível, quer por já ter ultrapassado a idade limite, quer por apresentar um historial clínico com problemas, que ficariam automaticamente excluídos do novo contrato.

Atenção ao limite de idade para subscrição e permanência

A maioria das seguradoras não aceita novas adesões a quem tem mais de 60 anos nem renova o seguro a partir dos 65 ou 70 anos. Algumas companhias prescindem desse limite se o seguro for contratado antes dos 45 anos. Os filhos deixam de estar abrangidos aos 25 anos. O ideal é, pois, não deixar para muito tarde a subscrição destes produtos.

Escolha o plano de coberturas adequado

Por norma, o seguro de saúde inclui duas coberturas base: internamento e ambulatório. Os planos mais completos incluem outras coberturas, como parto, estomatologia, próteses e medicamentos. A estratégia para conseguir poupar na fatura final é evitar coberturas desnecessárias que encarecem o seguro e podem não lhe interessar. Por exemplo, se está interessado num seguro que cubra as despesas do dentista, pode ser mais vantajoso optar por um plano com as coberturas básicas e complementá-lo com um seguro dentário. Geralmente, esta alternativa fica-lhe mais barata e o seguro dentário não impõe períodos de carência, não tem exclusões nem limite para as despesas.

Compare os limites de capital das coberturas

Para cada cobertura, as seguradoras definem uma indemnização máxima por pessoa e por ano. Isto significa que, de cada vez que recorre ao seguro, o limite anual da cobertura é diminuído do valor pago pela seguradora, sendo reposto no início da anuidade seguinte. Algumas coberturas também podem ter sublimites para despesas específicas. Por exemplo, a cobertura de próteses e ortóteses tem um limite mais reduzido para óculos e lentes de contacto.

Atenção às exclusões

Geralmente os seguros de saúde não cobrem doenças preexistentes (isto é, anteriores à subscrição do seguro), despesas com acidentes e doenças profissionais, tratamentos psiquiátricos ou psicológicos, cirurgia plástica e fisioterapia, exceto na sequência de um acidente previsto na apólice ou limitada a um número reduzido de sessões por anuidade.

Na maioria dos seguros de saúde, o valor a pagar (o prémio) por pessoa diminui à medida que mais elementos do agregado familiar se juntam ao plano

Das exclusões dos seguros de saúde faz ainda parte uma extensa lista de doenças e tratamentos que vão desde consultas e tratamentos de infertilidade, passando por tratamentos de obesidade e puramente estéticos até transplante de órgãos e tratamento de hérnias. Leia atentamente as exclusões do seguro que pretende contratar para não ser apanhado de surpresa.

Compare períodos de carência

O período de tempo que terá de esperar desde que contrata o seguro de saúde até poder utilizá-lo, o chamado período de carência, é estipulado por cada seguradora e é, regra geral, de 90 dias. Trata-se de um adiamento do início do seguro, aplicado apenas em caso de doença e nunca em caso de acidente. Para determinado tipo de despesas, como tratamento de varizes ou operação às amigdalas, a maioria das seguradoras define períodos de carência ainda mais alargados. No caso do parto, o período de carência pode ir até um ano e meio.

Saiba como reduzir o prémio

Na maioria dos seguros de saúde, o valor a pagar (o prémio) por pessoa diminui à medida que mais elementos do agregado familiar se juntam ao plano. Regra geral, as seguradoras consideram como agregado os dois elementos do casal e os filhos até 24 anos que com eles coabitem e dos quais sejam economicamente dependentes.

Subscrever um seguro de saúde na seguradora onde já tenha outro tipo de seguro (automóvel ou de vida, por exemplo) também pode permitir-lhe beneficiar de desconto.

Avalie as comparticipações

Regra geral, as seguradoras não pagam a totalidade das despesas médicas, ficando parte da despesa a cargo do segurado. Se recorrer à rede de prestadores da seguradora, paga apenas uma pequena quantia fixa por cada ato médico, designada por copagamento.

Se tem peso a mais, fuma ou consome bebidas alcoólicas fora das refeições, possivelmente a seguradora irá cobrar-lhe um preço superior

Fora da rede de prestadores convencionados ou nos seguros de reembolso, em que não existe uma rede médica de prestadores, terá de pagar a despesa do seu bolso e depois apresentá-la à seguradora, que reembolsa uma parte. A comparticipação varia entre 35 e 70 por cento da despesa, no caso de seguros com rede médica de prestadores, e entre 80 e 90 por cento, no caso dos seguros de reembolso, em que não existe uma rede médica de prestadores.

Tenha em conta a seleção clínica na adesão

Ao contratar um seguro de saúde é geralmente exigido o preenchimento de um questionário médico que permite à seguradora avaliar o risco. Em função das respostas, esta poderá aceitar o seguro, com ou sem agravamento de prémio, ou exigir exames médicos complementares, regra geral, suportados pela seguradora. Se tem peso a mais, fuma ou consome bebidas alcoólicas fora das refeições, possivelmente a seguradora irá cobrar-lhe um preço superior ao que pagaria se tivesse um estilo de vida mais saudável. Outros fatores como o historial clínico e o nível de atividade física também podem influenciar o valor da fatura. Deverá preencher corretamente o questionário médico, sem omitir doenças preexistentes ou factos suscetíveis de agravar o risco. Declarações falsas ou a omissão de informações poderão resultar na anulação do seguro e na recusa de pagamento de indemnização.


Seguro de saúde: Qual é o melhor para si?

Se se sente perdido no meio de tanta oferta, o simulador da DECO PROTESTE ajuda-o a encontrar o melhor seguro para si.

Como funciona:

  1. Indique a sua idade e a das pessoas que pretende incluir na apólice e as coberturas de que precisa.
  2. Analise a oferta de mercado e a proposta que a DECO PROTESTE recomenda para o seu caso.
  3. Adira ao seguro de saúde que mais lhe convém.

Escolha Acertada DECO PROTESTE

Desde 1994, a DECO PROTESTE analisa periodicamente a oferta de seguros de saúde disponível no mercado, no entanto, durante mais de 20 anos, nunca atribuiu o título de Escolha Acertada a um seguro de saúde. A razão era simples: todos eles incluíam cláusulas que poderiam deixar o consumidor desprotegido quando mais precisasse. Para defender o consumidor, a DECO encerrou, a 1 de outubro de 2018, uma petição para exigir ao Parlamento Europeu três proibições nas cláusulas dos seguros de saúde:

  1. A exclusão de doenças preexistentes;
  2. As limitações de idade para adesão e para a permanência na apólice;
  3. A possibilidade de a seguradora recusar a renovação do seguro de saúde.

Por não partilhar de uma visão descartável do cliente, a DECO PROTESTE negociou com a mutualista francesa MGEN a criação de um seguro de saúde – MGEN DECO – que vai ao encontro dessas reivindicações. Comercializado através da MDS, trata-se de um produto único, que não exclui ninguém das suas coberturas e apresenta características diferenciadoras face à restante oferta de mercado:
– Sem exclusões de doenças graves ou preexistentes;
– Sem questionário médico ou seleção clínica na adesão;
– Sem limites de idade para subscrição ou permanência;
– Períodos de carência reduzidos, mesmo no parto;
– Só pode ser terminado pelo segurado.

Se não é associado DECO PROTESTE, basta registar-se previamente na página Cura para Seguros para poder contratar o seguro MGEN DECO.

Mais informações:

No site dedicado às parcerias da DECO e no site da MDS é possível encontrar informação pormenorizada sobre o seguro de saúde MGEN DECO, sendo também possível obter uma cotação personalizada em função da idade, do número de pessoas seguras e do plano selecionado.

Última revisão: Junho 2019

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