«Na lipoaspiração não-invasiva, a gordura é eliminada através do fígado, o que não acontece no método cirúrgico. De acordo com a FDA (órgão governamental dos Estados Unidos da América que regulamenta os equipamentos e tratamentos médicos), este processo provoca uma sobrecarga ao nível do fígado, o que não tem de constituir um problema desde que sejam tomadas precauções. É muito importante que quem seja submetido a este tratamento não sobrecarregue o seu fígado com os seguintes atos:
- Ingestão de álcool;
- Ingestão de medicação metabolizada no fígado;
- Incumprimento dos planos alimentares propostos.
Quem não cumpra estes requisitos deverá optar pela lipoaspiração cirúrgica. Esta permite uma remodelação corporal muito superior e mais rápida do que a técnica não-invasiva. Mas, claro, tem sempre as desvantagens de uma cirurgia: tempo de recuperação variável, necessidade de anestesia local ou geral, necessidade de drenagem linfática pós-cirúrgica, possível necessidade de “retoque”.
Tanto a cirurgia como os tratamentos não-invasivos permitem melhorar a sua forma física. Mas a adoção de uma alimentação correta e equilibrada deve ser a sua preocupação principal, bem como a prática de exercício físico», esclarece Tiago Baptista Fernandes, à Revista Prevenir.